terça-feira, 13 de junho de 2017

Nº 21.613 - "Cantanhêde: grampo na PGR. Viramos o país da meganhagem"

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13/06/2017



Cantanhêde: grampo na PGR. Viramos o país da meganhagem


Do Tijolaço · 13/06/2017


arapaltonivel


Fernando Brito

É a insuspeita Eliane Cantanhêde quem diz, no  Estadão, que a Procuradoria-Geral da República (PGR) descobriu que “um dos seus telefones funcionais estava grampeado”.

Que não reclamem, ou se forem reclamar, reclamem com o juiz Sérgio Moro que grampeou até a Presidenta Dilma, divulgou e ficou por isso mesmo.

Mas a colunista da massa cheirosa não consegue, ela própria, ver quem inaugurou e levou ao paroxismo este “império da arapongagem”.

“A Lava Jato é um orgulho nacional e continua firme, forte e nos calcanhares de quem tem de estar”(…)Se há erros, ou excessos, podem e devem ser corrigidos pelos seus próprios agentes.

Se não fosse trágico, seria cômico. Não houve e não há qualquer punição a estes “erros e excessos” e toda a meganhagem se sente livre para fazer o que quiser.

Aliás, até  escroques grosseiros como Joesley Batista e o tal Ricardo Saúd gravam, filmam e dizem que na delação de Lúcio Funaro vão aparecer mais uns filmezinhos de roubalheiras.

O vale -tudo está aí para quem quiser ver.

A presidenta foi grampeada, o presidente foi gravado e agora grampeia o ministro e o procurador geral entra na roda, grampeando e grampeado.

Viramos o país da meganhagem.

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